Em dezembro, os gabinetes dos vereadores são-gonçalenses podem ficar sem atender a população

Escrito .por Manacy Henrique em 16 de outubro de 2018

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Em dezembro, os gabinetes dos vereadores são-gonçalenses podem ficar sem atender a população

Repasse da Câmara Municipal mensal é de aproximadamente R$ 700 mil

A solidariedade dirigida aos pais de família via nota de esclarecimento pelo presidente da Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN, Raimundo Mendes Alves, pelas demissões dos funcionários comissionados não fecha o balanço político da gestão e muito menos tem a concordância de como foi feita dos seus colegas.

O ajuste fiscal promovido pelo atual presidente é, tentemos esclarecer, um conjunto de medidas que visa promover o equilíbrio econômico do órgão. Além de buscar a racionalidade dos gastos contábeis, tem que estar alinhado com planejamento, transparência e racionalização das despesas.

Geralmente, o ajuste tem como objetivo principal ampliar as despesas visando à formação de um caixa. Quando acertada, especialmente, no caso da Casa dos Bons Homens, o saldo é devolvido para os cofres da prefeitura.

Entretanto, certamente, em função do período eleitoral, foi criado um descompasso entre receitas e despesas. E aí só foi parado graças ao para-choque da Lei de Responsabilidade Fiscal. Para solucionar o problema, a opção é mandam os cargos comissionados para a câmara de gás contábil.

Com bem esclarece a nota oficial, a questão foi debatida. Mas o único parlamentar a concordar com a decisão foi Edmilson Gomes. Os demais lutaram arduamente para encontrar uma solução que atendesse aos interesses públicos e aos dos pais de família. Infelizmente, Inês é morta.

Um dos vereadores que levantaram a mão para defender a causa dos funcionários foi o advogado Clóvis Júnior. “Se o presidente abrisse mão das consultorias, entre estas, a do RH, por exemplo, onde o custo mensal é de R$ 8 mil e demitisse alguns assessores que ganham próximo ou mais de R$ 7 mil. Daria para garantir o emprego de boa parte dos servidores comissionados.”

O edis tentaram de todas as formas empurrar as demissões para o mês de novembro, como de costume. Não obtiveram êxito. Tudo indica que, na sessão desta terça-feira (16), deve ficar acordado o seguinte: chefe de gabinete vai continuar mais um mês. Em novembro, ou será substituído por um assessor de salário mínimo ou o gabinete ficará sem atendimento ao público.

Para quantos são divididos os 451 votos de Poço de Pedra da base governista?

Escrito por Manacy Henrique em 13 de outubro de 2018

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Para quantos são divididos os 451 votos de Poço de Pedra da base governista?

Em Poço de Pedra, dos votos válidos, Terezinha Maia teve 451. É razoável dizer que a vereadora Rayure Protásio convenceu 101 eleitores a votar na sua candidata e que igualmente fez o seu colega Nino. Por outro lado, é sensato também afirmar que as lideranças da base governista foram responsáveis por mais 148 dados a candidata do sistema.

Considerando os votos dos apoiadores, Miriam deu 8, Bá 35, Geovane 35, Calafange 25, Chapão 6, Brasiliano 17, Lili 8, Edivaldo 6 e Alzenira 8. Os 101 restantes caíram nas urnas motivados pelo prestígio do prefeito Paulinho Emídio e do ex-prefeito Jaime Calado.

Um possível erro de cálculo, depois de corrigido, com certeza não vai alterar o resultado final dos correligionários do prefeito. Sabe por quê? Porque não levei em conta 69 de Edson Valban e 77 de Enilton Silva obtidos nas eleições para prefeito de 2014.

Sem a soma dos dois líderes maiores e dos forasteiros, pois um é de Serrinha e outro de Barro Duro, a média é de 35 votos por liderança. Entenda-se também por liderança Rayure e Nino.

Na avaliação de alguns analistas, polarização com o grupo que apoio à candidatura de Mada Maia Calado fez cair à média. O pilotão petista, formado por aproximadamente 10 soldados, que foi comandado pelo suplente Galego de Venilza, deu 118 votos para a filha de Jaime.

Para Daniel Sales, liderança de Rayure, o trabalho foi feito e a votação, devido à circunstância do dia, foi a esperada. Uma das queixas de Sales foi que apenas 1.300 ou um pouco mais votaram. 400 aproximadamente deixaram de exercer o seu direito. Lembrando que os 350 votos foram divididos por 10.

No salto eleitoral do trampolim da Presidência da Casa dos Bons Homens Geraldo foi sempre melhor que Mendes

Escrito por Manacy Henrique em 12 de outubro de 2018

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No salto eleitoral do trampolim da Presidência da Casa dos Bons Homens Geraldo foi sempre melhor que Mendes

Desde que saiu do poder, depois de dois mandatos consecutivos a frente da Presidência da Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN, o ex-presidente Geraldo Veríssimo de Oliveira não teve ainda as suas marcas batidas pelo seu sucessor Raimundo Mendes Alves.

Como, por exemplo, abertura de processos de comunicação com a comunidade, investimento em tecnologia e transparência, menos burocracia, reforma, ampliação e mobília da Casa, valorização dos servidores, concurso público e mais espaço e voz para os segmentos organizados da sociedade, ou seja, mais interação entre a Casa Legislativa e o cidadão.

No quesito relacionamento, segundo alguns funcionários comissionados e efetivos, Mendes foi um comandante indiferente, frio e calculista. Não fez nada que pudesse conquistar pelo menos um dos votos do segmento.

Haja vista que apenas 2.017 são-gonçalenses o escolheram para deputado estadual. Enquanto 3.112 conterrâneos de Veríssimo disseram sim ao seu projeto de deputado estadual. É, pelo visto Mendes será esquecido por várias gerações.

Outra pecha que ficará pendura no pescoço político do presidente é a de ter antecipado a demissão de 133 servidores comissionados. Inclusive aqueles que sacrificaram as suas famílias para se dedicarem a sua campanha.

Diante do exposto, alguém tem coragem de duvidar que as marcas de Geraldo Veríssimo de Oliveira são imbatíveis considerando que o oponente seja Mendes? Ora, não levei em conta o comportamento político de Mendes nesta campanha comparado ao do ex-presidente com o prefeito Paulinho e Jaime Calado.

Câmara de São Gonçalo do Amarante vai devolver aos cofres públicos R$ 200 mil

Escrito por Manacy Henrique em 11 de outubro de 2018

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Câmara de São Gonçalo do Amarante vai devolver aos cofres públicos R$ 200 mil

Ivan, ex-funcionário está vendendo NATAL CAP

A Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN publicou nesta segunda-feira (11) no Jornal Oficial do Município a exoneração de 133 funcionários comissionados. Ato da Mesa Diretora que surpreendeu a todos envolvidos, inclusive, a sociedade civil.

Para o vereador Edmilson Gomes, a medida administrativa foi tomada pelo presidente da Casa de Leis, Raimundo Mendes Alves, para não ultrapassa o limite prudencial. “Vale contrariar interesses outros para fechar as contas este ano com saldo positivo, argumentou o 2º secretário.

A decisão colocou os servidores comissionados em pé de guerra com a presidência. Já que as demissões, como de costume, só aconteciam no mês de novembro. Alguns parlamentares foram em defesas dos seus assessores pelo fato de eles terem contribuído para as suas eleições.

Porém, as demissões que causaram maior impacto na sociedade foram as de João Fernando e de Ivan Barbosa, este hoje é vendedor de NATAL CAP. Apesar do bom serviço prestado por ambos a todos na Casa e de também terem sido voluntários na campanha de deputado estadual de Mendes, não foram poupados.

Quem gastou muita saliva para evitar a demissão em massa foi o edil Clóvis Júnior. Até murro na mesa foi dado na tentativa de sensibilizar o presidente. Infelizmente, de nada adiantou. No final das contas, ficou acordado a indicação de um cargo em comissão para cada gabinete e seis para o da presidência.

Quanto à devolução de recursos para os cofres da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, vamos ter que esperar até dezembro. Entretanto, segundo Thiago Soares, o valor pode ser próximo de R$ 200 mil. Qualquer um pode pensar o quiser. É isso.

QUEM PERGUNTA, QUER SABER

Escrito por Manacy Henrique em 11 de outubro de 2018

 

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QUEM PERGUNTA, QUER SABER

Um dos grandes orgulhos da minha vida é ter no centro do meu coração um membro de umas das dinastias Carlos. E vou lutar para, a que teve início com Antônio de Vinu, pai da princesa Maria Elza Carlos de Góis, que a sucessão continue com eles.

Já a fundada pelo rei Abel Amorim, pai da princesa Gerlane Carlos, desde que eles assumiram o reinado de Almino Afonso/RN, nunca precisou da minha guarda. Apesar de eu ter morado na Casa do Estudante do Rio Grande do Norte com dois príncipes do soberano, os doutores Bernardo Amorim, deputado eleito, e Edmilson Amorim ex-presidente da Casa.

Meus amigos, a verdade é que algumas indicações de determinados políticos não atendem, principalmente, aos interesses da gestão pública, quando muito mal a política. Agora, imagine quando se trata de uma sobra de liderança. Ora, combinar voto e competência profissional não é fácil na administração pública.

Mas a enfermeira Gerlane Carlos mostrou, do Oiapoque ao Chui são-gonçalenses, leia-se Barro Duro a Rio da Prata, que é perfeitamente possível fazer essa combinação. Foram 195 votos dados ao seu irmão, Doutor Bernardo. De quebra, também jogou uns votinho nessas urnas para Zenaide, senadora eleita.

Então, Luciano Nascimento, será que está respondida a pergunta que fizeram a ti no Facebook e a mim no WhatsApp? Aliás, viu que foi com certa dose de veneno, quer dizer, insinuação. Pois bem, é isso aí. Quem pergunta, certamente, quer saber.

Adelson 373 x 43 Ivanildo: que jogo foi esse?!

Escrito por Manacy Henrique em 11 de outubro de 2018

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Adelson 373 x 43 Ivanildo: que jogo foi esse?!

Nem sempre o que escrevo chega de forma direta ao subconsciente de alguns internautas, dessa forma não consigo atingir o objetivo desejado na consciência deles. Por isso andam por aí confundindo alho e bugalho.

Vamos ao que nos interessa. Qual foi o atravessador de liderança que melhor teve desempenho nessa campanha que acaba de fechas as cortinas? É verdade que existe mais um ou dois, mas ninguém foi tão longe tanto quanto o vereador Adelson Martins (PV).

Haja vista que as urnas de Barreiros, não por acaso, ficaram abarrotadas de votos de Cristiane Dantas (PPL), candidata a deputada estadual eleita. Enquanto as de Elaine Neves (PRP), os votos cabiam na palma da mão de uma criança.

É isso, meus amigos. Acontece que a cultura do escravo político continua viva e há quem a defenda em nosso município. Trocando em miúdo, a liderança trabalha para dois, prefeito e vereador, e recebe apenas de um.

Ou seja, o parlamentar indica sua liderança para cargo em comissão e larga-o ao deus dará. É por isso que nas eleições muita gente parece estar gripada, consequentemente, faz corpo mole.

Tem que acabar com a figura do atravessador. A liderança de bairro tem que ter o acesso direto ao prefeito. Certa vez, já faz algum tempo, eu disse isso a Jaime Calado na frente de Rayure Protásio, ela reagiu assim: “Desse jeito você quer lascar a gente”.

Aos blogueiros, cujo assunto não domina, eu quero dizer que defendo esse desmembramento porque algumas lideranças transferiram essa responsabilidade para mim. Se eles continuarem recebendo de um e trabalhando para dois vão morrer de fome.

Portanto, vocês que criticam só para garantir o pão de cada dia eu não culpo ninguém pelo insucesso eleitoral de quem quer que seja, mas se não mudar o tratamento dado as lideranças estaremos sujeitos a mais decepções políticas e eleitorais. Martins deu a volta por cima, parabéns!

Imprudência econômico-financeira pode desempregar até 166 funcionários comissionados da Câmara Municipal de São Gonçalo

Escrito por Manacy Henrique em 10 de outubro e 2018

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Imprudência econômico-financeira pode desempregar até 166 funcionários comissionados da Câmara Municipal de São Gonçalo

Notícia que levou vereador Adelson Martins a tomar soro

Não era para ser em outubro, e sim no mês de novembro, mas por perda do controle das rédeas financeiras o presidente Raimundo Mendes enfrentou os seus colegas e está demitindo hoje mesmo.

Segundo o advogado e vereador Clóvis Júnior, tinha uma saída para esses pais de família. Inclusive foi colocada no papel, mas não aceita por quem tem o poder de veto.

Redução das despesas seria o segredo do milagre para sanar o problema econômico-financeiro da gestão do atual gestor. Porém, ele não abre mão dos contratos de consultoria e assessoria. Apenas dois assessores jurídicos custam ao mês aproximadamente R$ 15 mil.

Há contrato de uma consultoria, por exemplo, que auxilia o já existente setor de RH, no valor R$ 8 mil. Esses profissionais são indicações da presidência e locados na estrutura da Casa de Leis.

Por outro lado, o presidente tem direito ainda, aprovado pelos seus próprios companheiros, dois cargos de assessor de comunicação e um chefe de gabinete ao custo de R$ 10 mil mensais.

A grande batalha do baixo clero da Casa dos Bons Homens, desencadeada desde ontem, é com o objetivo de reduzir esses custos da presidência. Com essa redução, cada gabinete ficaria com três funcionários e o presidente com onze.

O consenso tiraria as finanças da Câmara de Vereadores do limite prudencial e ainda evitaria a demissão de sessenta e seis funcionários comissionados, ou seja, apenas cem iriam pra casa mais cedo.

A notícia ruim é que haverá demissão em massa neste dia 10 de outubro, porém, a boa é que, mesmo recebendo pagamento proporcional aos dias trabalhados, quem recebe R$ 3,5 mil mensal, vai ter o pagamento majorado. Além dos 10 dias, tem mais 9/12 (nove doze avos) do 13º salário.

Atravessador de liderança política está com os dias contados

Escrito por Manacy Henrique em 9 de outubro de 2018

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Atravessador de liderança política está com os dias contados

Contra a bandidagem de correligionários políticos eu só tenho esta arma: a verdade.

Em sua última ceia eleitoral, o prefeito Paulinho Emídio foi acompanhado pelos seus 14 apóstolos políticos, quer dizer, parlamentares. Ao apagar das luzes três não esperaram pela sobremesa, botaram seus candidatos nas costas e foram bater penas pelas ruas, ruelas e becos de São Gonçalo do Amarante.

Do encontro, saíram lambendo os dedos Thiago Soares (PTC) e Edmilson Gomes (MDB). Trocando em miúdo, apenas sentiram o cheirinho (alô torcida do Flamengo) da vitória. Por outro lado, Adelson Martins (PV) até ontem ainda comemorava a eleição de Cristiane Dantas (PPL).

Todo e qualquer marisqueiro político são-gonçalense sabe de cor e salteado que remar contra a maré é contraproducente, ou seja, vai levar a lugar nenhum. E foi justamente o que aconteceu com o nosso projeto de eleger Terezinha Maia (PR).

Na prática, Paulinho era para pagar com a mesma moeda. Assim foi feito com o vice-prefeito Eraldo Paiva (PT) em 2014, lembram? Depois ele voltou e hoje ocupa o segundo cargo mais importante do município dado por nós mesmos. Ora, tem que fazer o que o líder faz e não o que ele manda!

Nesta campanha, Emídio foi bom para os amigos e ruim para ele mesmo. Basta contabilizar os votos dos funcionários comissionados que foram liberados e trabalharam para Albert Dickson, deputado eleito. Cristiane Dantas, também, eleita. Marconi Santos, por exemplo, salgou mais de 200 votos para o candidato a deputado federal Renato Fernandes.

Portanto, o vetor principal da derrota de Terezinha Maia, com algumas exceções, foi o atravessador de liderança. Esse tipo de pelego ainda está politicamente na era analógica e nós já estamos na digital. O voto está na casa do eleitor e não nos bolsos dos políticos.

Homenagem de filha para pai: Cantinho de Antônio de Vinu

Escrito por Manacy Henrique em 2 de outubro de 2018

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Homenagem de filha para pai: Cantinho de Antônio de Vinu

Quem vai ao ServClub Fazenda, em Macaíba/RN, se morar do lado esquerdo do peito da grande empresária Maria Elza Carlos de Góis, com certeza será convidado para uma conversa de beira de rio no Cantinho de Antônio de Vinu.

Seu António, já falecido, era o pai de Dona Elza Carlos. Mas sua mãe, Dona Cândida Carlos, de 91 anos, natural de Almino Afonso, primeira potiguar cacique da família Carlos, é quem manda no pedaço. Ela, sim, sabe colocar os pingos nos is de dos bons costumes de antigamente.

Para mãe e filha, ele sempre será Vinu, o Grande. Pois passou pela vida lutando no dia a dia, sem noite no meio, contra os desafios da natureza entre esses os prolongados períodos de seca para criar 11 filhos.

A autora da homenagem voltou no tempo, inclusive de criança, para reverenciar o pai. A Boneca de pano está viva na parede do Cantinho de Viu. Além de fogão a lenha, quartinha, ferro à brasa, máquina de costura à manivela, panela de barro e caçarolas de metal com bodas altas, cabo e tampa.

Com certeza Elza não encontrou dificuldades para detalhar as suas lembranças nessa moldura real. Tudo foi feito com carinho, amor e sensibilidade de uma mulher que não deixou o sucesso empresarial, nem o dinheiro apagarem a gratidão eterna pelo pai.

É ou não é de Terezinha e João os votos de Milton Siqueira e Dona Quinha?

Escrito por Manacy Henrique em 1º de outubro de 2018

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É ou não é de Terezinha e João os votos de Milton Siqueira e Dona Quinha?

Os Siqueira de Gaunduba vão de Zenaide

Literalmente, nesta segunda-feira, 1º, flagrei Dona Quinha, esposa do ex-presidente da Câmara Municipal de Vereadores Milton Siqueira, com a mão na massa. Ela estava dando uma mãozinha a uma das suas tantas amigas da comunidade de Guanduba, Zona Rural de São Gonçalo do Amarante/RN.

Da massa de pastel de feira, saímos para a massa da política. Essa também foi batida como a massa da iguaria, ou seja, sempre em um único sentido. Trocando em miúdo, Dona Quinha e Seu Milton podem votar em Ricardo Mota (PSB) e Rafael Mota (PSB).

Politicamente, está magoada com tudo e com todos. Entretanto, todos os filhos vão votar em Terezinha Maia e João Maia (PR). Aliás, o único voto certo da família é da candidata ao Senado Zenaide Maia (PHS).

E pode, também, ser o da primeira-dama e do candidato a deputado federal do grupo político liderado pelo ex-prefeito Jaime Calado (PMB). Desde que o prefeito Paulinho Emídio (PR) lhe faça a visita prometida. Mota, por exemplo, já esteve comendo pastel da arteira política.

Foi depois de ouvir, com licença ex-presidente Clóvis Barbosa, atentamente um áudio enviado para um vereador da base governista do WhatsApp de um ex-blogueiro das nossas trincheiras que decidi fazer a checagem da notícia.

Portanto, depois de meia hora de conversa cheguei a conclusão de que com as candidaturas dos Mota e dos Maia tudo pode acontecer, inclusive, nada. Sendo esse o desfecho, Dona Quinha está disposta a votar em um candidato de uma grande amiga sua. “Ela foi muito bacana com a gente em um momento de dificuldade da saúde de Milton”, justificou.