Pré-candidatos não poderão apresentar programas de rádio e TV a partir de hoje

- Publicado por Manacy Henrique em 30 de junho de 2016

 

Pré...pág. 6.

 

Pré-candidatos não poderão apresentar programas de rádio e TV a partir de hoje

A partir desta quinta-feira (30), as emissoras de rádio e televisão não poderão transmitir programas que sejam apresentados ou comentados por pré-candidatos às eleições municipais deste ano. A data está prevista no calendário eleitoral, aprovado por uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral.

 Caso a regra seja descumprida e o pré-candidato seja escolhido na convenção do partido para concorrer às eleições, a emissora e o candidato poderão ser penalizados. Segundo o calendário eleitoral, as penalidades estão previstas em leis.

 O texto diz que, a partir desta data, é “vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição da multa prevista no parágrafo 2º do Artigo 45 da Lei nº 9.504/1997 e de cancelamento do registro da candidatura do beneficiário (Lei nº 9.504/1997, Artigo 45, parágrafo 1º)”.

 

Até pode ser legal, mas é imoral

- Escrito e publicado por Manacy Henrique em 28 de junho de 2016

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Até pode ser legal, mas é imoral

Isso é uma vergonha!

O Programa Minha Casa Minha Vida foi criado para atender famílias de três faixas de renda, o que está acontecendo em São Gonçalo do Amarante, RN, é que pessoas da faixa entre R$ 1,6 mil e R$ 3,275 mil (Faixa 2) e de R$ 3.275,01 mil a R$ 5 mil mensais estão sendo beneficiadas porque os seus cadastros são aprovados com a renda até 1,6 mil (Faixa 1).

A moralidade é uma referência dos bons costumes, não tê-la como instrumento de inspiração para o exercício das ações do dia-a-dia pode ser ruim, elas (as ações) podem ser questionadas, inclusive as aprovadas por lei.

É imoral e me nego a aceitar os argumentos daqueles são-gonçalenses que foram contemplados pelo Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal porque é legal.

Ainda mais quando o benefício cai no colo de alguém ligado por laços familiares a político com mandato. A cara dele deveria ficar vermelha de vergonha quando o contemplado é a nora, genro, irmã, irmão, mãe, pai, filho ou filha.

Pelo contrário, alguns representantes do Poder Legislativo vêm a público justificar que o parente se enquadra nos pré-requisitos do cadastro da Caixa Econômica Federal. Aliás, ultimamente uma ou outra “sortuda” usa as redes sociais para justificar a sorte.

É por isso que a cada dia fico mais convencido de que esses políticos são defensores de lei imoral. Vamos ficar atentos a todos que usam esse tipo de manobra e ignorá-los nas próximas eleições.

 

 

 

 

 

As pedaladas, as campeãs e o assalto aos velhinhos

Publicado por Manacy Henrique em 28 de junho de 2016

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As pedaladas, as campeãs e o assalto aos velhinhos

O escândalo do crédito consignado apenas acrescentou um toque de perversidade, um tempero especial, a uma longa história de bandalheiras

Rolf Kuntz, Estadão

O assalto de R$ 100 bilhões aos velhinhos e outros clientes do crédito consignado ainda era o grande assunto do dia, turbinado pela prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, quando foi noticiado o desastroso balanço da Petros, com déficit de R$ 23,1 bilhões.

O buraco será coberto pelos mutuários, pelos aposentados e pela patrocinadora, a Petrobrás, empresa sob controle financeiro da União e, portanto, dos cidadãos brasileiros. A conta, portanto, vai também para eles.

O tamanho do prejuízo pode ser inesperado, mas a condição miserável das fundações de previdência das estatais é bem conhecida. Também sujeitos ao jogo partidário, ao aparelhamento e ao loteamento, esses fundos de pensão têm perdido bilhões em aplicações mal feitas, frequentemente orientadas pelos interesses do grupo no poder. Exemplo: investimentos na Sete Brasil, criada para fornecer sondas à Petrobrás, impuseram perdas a todas as grandes fundações, assim como aos bancos federais.

Um caso ou outro poderia ser acidente. Mas os maus negócios dos bancos, a queima de recursos das fundações, a devastação das grandes estatais e a crise da Oi, sem condições de pagar R$ 65,4 bilhões de dívidas, trazem as marcas de um estilo de governo. Esse estilo foi implantado em 2003 e só interrompido, por enquanto provisoriamente, em abril deste ano.

O escândalo do crédito consignado apenas acrescentou um toque de perversidade, um tempero especial, a uma longa história de bandalheiras.

A 17,4 km do Palácio do Planalto, João agoniza numa cama enquanto aguarda há dois dias por uma vaga de UTI. Ali, já teve três paradas cardíacas

- Publicado por Manacy Henrique em 28 de junho de 2016

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A 17,4 km do Palácio do Planalto, João agoniza numa cama enquanto aguarda há dois dias por uma vaga de UTI. Ali, já teve três paradas cardíacas

Guga Noblat

Eram 10h da manhã  do último domingo quando o construtor desempregado de 55 anos João Rosa do Nascimento deu entrada no hospital regional do Paranoá, a menos de 18 quilômetros de distância do Palácio do Planalto e dos prédios do Congresso e do Supremo Tribunal Federal.

Ele sentia tonturas, as mãos estavam dormentes, e não conseguia mais se sustentar de pé. João não tinha ideia que passava por um AVC, acidente vascular cerebral também conhecido como derrame.

Meia hora depois de chegar ao pronto socorro, sobreveio a primeira parada cardíaca. João foi reanimado. Logo depois, a segunda parada cardíaca. Mais uma vez foi trazido à vida.

Como não há Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) no hospital do Paranoá, uma cidade no entorno do Distrito Federal com mais de 50 mil habitantes, os médicos se viram obrigados a deixar João numa cama em uma sala que serve apenas para primeiros socorros.

Desde então, João segue em coma induzido a espera de um quarto de UTI que vague em qualquer hospital de Brasília.

Na madrugada de segunda-feira, ele teve uma terceira parada cardíaca e seu estado é crítico. Alertados pelos médicos, parentes de João foram atrás de um amigo advogado que ainda no domingo conseguiu uma ordem judicial para obrigar a rede pública a acomodar João numa UTI. Só que até agora nada aconteceu..

Nesta terça de manhã, completará 48 horas que João está entubado. Segundo médicos, será o dia que o cérebro dele inchará mais e correrá os maiores riscos de sequela. Até agora ele segue em coma induzido porque não há aparelhos para fazer exames que mostrem a extensão dos danos no cérebro, e sem isso é muito arriscado acordá-lo.

Sem uma UTI com suporte para neurologia, não há muito que os médicos possam fazer por João.

A família de João pensou em levá-lo a um hospital particular, afinal a decisão judicial diz que o Governo do Distrito Federal será obrigado a arcar com os custos de uma internação na rede privada caso não ache vaga rede na pública.

“Mas os hospitais, agora, pedem cheque-caução, tem que pagar antes”, disse desolado um dos dois filhos de João, que é casado há mais de vinte anos.

O que há por trás da solidariedade de alguns políticos e gente da imprensa a padre Felipe Anderson é uma montanha de cinismo

- Escrito e publicado por Manacy Henrique em 25 de junho de 2016

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O que há por trás da solidariedade de alguns políticos e gente da imprensa a padre Felipe Anderson é uma montanha de cinismo

Não só os partidos, mas também as Casa do Senhor estão cheias de Satanás

A maioria das publicações solidárias ao padre Felipe, para mim, não deve ser entendida como um ato de fé cristã, mas sim de fé eleitoral. Não é preciso colocar pelo averso o coração dos seus autores para encontrarmos a prova desse pecado.

Entretanto, naturalmente não me refiro ao pecado original transmitido aos homens sem culpa própria, e, sim, ao pecado venial. Este cria obstáculos intransponíveis para a alma na prática do bem moral.

Tudo indica que foi criado um boato para fomentar a pré-campanha eleitoral, pois, segundo o que li, até agora a Igreja Católica não se manifestou sobre o assunto. É nesse vaco que alguns pré-candidatos a prefeito, a vereador, lideranças, blogueiros e jornalistas tentam vestir a toga de advogado do diabo.

Certamente o povo do de Santo Antônio do Potengi vai saber dar a resposta nas urnas a esses políticos que fazem pouco da sua arte, da sua cultura e da sua religiosidade. Por isso, minha solidariedade é para o povo de Santo Antônio. Não temo aqueles do poder  em afirmar que esse tipo de comportamento politiqueiro me causa ojeriza.

Todos nós sabemos que na história dos pactos entre a Igreja Católica e o Estado fizeram muito mal ao povo ignorante e especialmente aos pobres.  Portanto, com todo respeito, a igreja e seus representantes são-gonçalenses têm contribuído, sobremaneira, para esse tipo de constrangimento.

 

 

Ex-ministro Paulo Bernardo recebeu mais de R$ 7 milhões em propina, dizem investigadores

- Publicado por Manacy Henrique em 24 de junho de 2016

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Ex-ministro Paulo Bernardo recebeu mais de R$ 7 milhões em propina, dizem investigadores

Fraude em crédito consignado desviou R$ 100 milhões entre 2010 e 2015

23/06/2016 – 16h00

Renato Onofre e Cleide Carvalho, O Globo

O esquema de fraudes que levou à prisão o ex-ministro Paulo Bernardo, marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), nesta quinta-feira, movimentou R$ 100 milhões em propinas entre 2010 e 2015 com um único convênio para gerenciamento e controle dos empréstimos consignados tomados por servidores públicos federais, fechado pelo Ministério do Planejamento. Segundo a investigação, Paulo Bernardo recebeu mais de R$ 7 milhões relativos ao negócio firmado em sua gestão como ministro do Planejamento e continou a receber mesmo depois de ter assumido o Ministério das Comunicações, em 2011.

Paulo Bernardo recebeu a propina por meio de um escritório de advocacia, que ficou com 20% do valor. O escritório repassou cerca de R$ 5,6 milhões por meio de compra de bens, como lofts e garagens, e ações defendidas na Justiça Eleitoral.

A licitação do sistema de gestão dos empréstimos foi direcionada à Consist, num acordo firmado em 2009 que envolveu também os ex-tesoureiros do PT João Vaccari Neto e Paulo Ferreira, marido de Tereza Campelo, a ex-ministra do Desenvolvimento Social no governo Dilma. Cerca de dois terços da propina eram direcionados ao partido. O caso foi revelado pelo GLOBO em agosto do ano passado.

A cada Real, R$ 0,70 de proprina

Para cada mensalidade paga pelo tomador do empréstimo, a Consist, cobrava R$ 1, dos quais apenas R$ 0,30 correspondia de fato ao custo de seus serviços. O restante – R$ 0,70 – correspondia a propina distribuída a pessoas que integravam do primeiro ao terceiro escalão do Ministério do Planejamento.

 

Mara Gabrilli: ‘Romário trocou voto no impeachment por cargo’

- Publicado por Manacy Henrique em 23 de junho de 2016

 

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Mara Gabrilli: ‘Romário trocou voto no impeachment por cargo’

POR GUILHERME AMADO

23/06/2016 06:05

 

A deputada Mara Gabrilli não gostou da forma como ocorreu a nomeação da ex-deputada Rosinha da Adefal para a Secretaria da Pessoa com Deficiência.

Sem frear as palavras, Mara afirma que a nomeação foi um acordo do Palácio do Planalto com o senador Romário em troca do voto dele no impeachment de Dilma Rousseff.

A nomeação foi publicada na segunda-feira no Diário Oficial da União.

Diz Mara Gabrilli:

— Romário trocou o voto no impeachment por este cargo. Ele, que se diz honesto, está fazendo o jogo mais podre da política. Fez barganha de voto. Depois de dizer publicamente que poderia votar a favor de Dilma, foi ao Planalto, esteve com o presidente Temer e pediu o cargo. Logo depois, como recompensa, a indicada dele se torna secretária.

Mara também coloca em xeque o envolvimento de Romário com a causa das pessoas com deficiência:

— Ele é um militante porque tem uma filha com síndrome de Down. Mas não é um militante técnico, não tem conhecimento aprofundado sobre o assunto. Quando se pergunta uma coisa para ele, ele não sabe. Romário usa a causa das pessoas com deficiência para autopromoção.

Mara também mira em Michel Temer:

— Ao aceitar esse tipo de jogo, o presidente mostra pouca sensibilidade para a causa das pessoas com deficiência. É lamentável.

Mara, cadeirante e militante da causa das pessoas com deficiência, a exemplo de Romário, havia indicado a jornalista Flávia Cintra, mas já vinha apoiando outro militante, Marco Pellegrini, para o cargo.