Agência do Banco do Brasil do Centro de São Gonçalo, explodida por bandidos, pode levar um ano para reabrir

Escrito por Manacy Henrique em 1º de junho de 2018

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Agência do Banco do Brasil do Centro de São Gonçalo, explodida por bandidos, pode levar um ano para reabrir

Vereadores são-gonçalenses se unem pela volta do funcionamento da agência.

O presidente da Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN, Raimundo Mendes Alves, na última quinta-feira (30), acompanhado do colega Adelson Martins, recebeu, no gabinete da presidência, a comitiva de diretores do Banco do Brasil do Rio Grande do Norte com o objetivo de discutir a volta dos serviços de uma agência no Centro.

Na reunião, a comissão da empresa estava representada por Weiber Basílio, gerente de negócios, Jean Michel, gerente geral da agência de setor público, e Thiago Araújo, gerente de relacionamento da prefeitura e o banco. Pelo lado da Câmara, além dos já citados, também se fez presente Rayúre Protásio, Márcia Soares, Gerson Bezerra e pastor Edmilson Gomes.

A reconstrução da agência implodida, segundo Weiber, teria um custo aproximado de R$ 1 milhão para os cofres do Banco do Brasil. Reabri-la em um novo prédio sairia mais em conta. Entre os imóveis vistoriados, segundo Mendes, o aprovado pela comissão foi o do estabelecimento comercial de Seu Agailor.

Após a aprovação do projeto pela superintendência de Brasília, o tempo para concluir a obra e sua inauguração pode demorar, no mínimo, um ano. Só o processo de estudo e aprovação consome três meses.

O Banco do Brasil perdeu o contrato da folha de pagamento da prefeitura para a Caixa Econômica Federal. Uma saída para reaproximar a prefeitura do Banco do Brasil seria, por exemplo, oferecer as contas do IPREV. Essa articulação já estar sendo feita pela comissão dos parlamentares junto ao gestor municipal.

“É nosso interesse manter a prestação de serviço no Centro. Haja vista que boa parte dos nossos clientes também se encontra na zona rural do município. O acesso, aqui, aos nossos serviços bancários significa para esses cidadãos comodidade e economia no translado”, disse Thiago. “Além de fomentar o comércio local”, observou Adelson.

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