Em tempos eleitorais, a mão que dá é a mesma que tira

Escrito por Manacy Henrique em 25 de agosto de 2018

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Em tempos eleitorais, a mão que dá é a mesma que tira

Não é preciso olhar para trás para saber que até hoje os economistas políticos são-gonçalenses foram incapazes de prever o valor da moeda de troca das últimas campanhas eleitorais. Toda eleição é um desafio que intriga a todos.

Mesmo com a queda nas ações dos candidatos, provocada pela criação do fundo eleitoral, o desafio continua. Poucos terão força de puxar para baixo o preço do voto . Com isso o mercado se manterá agressivo com a maioria que precisa alimentar a sua “pança” eleitoral.

Apesar do “choro” de alguns candidatos, não se deixe enganar por aqueles que andam pedindo o seu apoio com um celular na mão e muito amor no coração. Também desconfie das ofertas testadas, como dos ex-governadores, por exemplo. Cuidado com os humildes principalmente com quem tenta trocar o Senado pela Câmara Federal.

As antigas lideranças, que ainda hoje estão na ativa, certamente vão saber lhe dar com a nova realidade da lei da oferta e da procura. Embora, a perda de quatro zeros no real das esquinas fez muita gente topar, por qualquer valor, uma empreitada política.

Na prática, essa cultura da política partidária do toma lá-dá-cá deixa o mercado político tão confuso quanto o dólar ao financeiro. O jeitinho encontrado pelo congresso para driblar a desvalorização da moeda de troca eleitoral também deixa a cotação do real de rua no escuro.

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