Médica plantonista Manuela Batista é acusada por omissão de socorro na porta de entrada do Hospital Maternidade Berlarmnina Monte

Escrito por Manacy Henrique em 27 de junho de 2018

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Médica plantonista Manuela Batista é acusada por omissão de socorro na porta de entrada do Hospital Maternidade Berlarmnina Monte

A Comissão de Saúde da Câmara Municipal vai investigar o caso.

O que aconteceu com o pequeno Davi, atingido na cabeça por fogos de artifício, de cinco anos, filho do vereador são-gonçalense Chanxe Dantas, no Hospital Maternidade Berlarmina Monte, em São Gonçalo do Amarante, na madrugada de sábado para domingo, é muito mais sério do que se possa imaginar.

O vereador pai fez uso do pequeno expediente na sessão ordinária da Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN realizada nesta segunda-feira (25) para denunciar o delito de omissão de socorro cometido contra o seu filho.

Seja um hospital, seja um posto de saúde público nunca, jamais e em tempo algum poderia a médica plantonista Manuela Batista Dia Vale Melo fazer alguma exigência para prestar o atendimento médico. Infelizmente, ela foi além.

Arbitrária, desrespeitosa e insensível ao apelo dos pais. Não deu a mínima para o desespero da mãe, Dona Elaine, do pai, Chanxe, e muito menos para a criança que sangrava. Deixar de atender, como bem frisou a vereadora Márcia Soares, constitui crime de omissão de socorro (artigo 135 do Código Penal).

Essa arbitrariedade também é considerada falta funcional gravíssima. Se não fosse pelo momento de aflição, certamente, o parlamentar chamaria a autoridade policial no ato para apurar o ocorrido. A vítima foi uma criança, um vulnerável, por esse agravante o crime pode ter pena maior.

O socorro ao príncipe Davi, essa é a forma carinhosa como ele é tratado pela família e os amigos, foi feito numa conveniada da UNIMED, em Natal. Os exames, para alívio de todos, não acusaram nada de grave na cabeça do pequeno príncipe.

Seu Marcelino, diretor da instituição, deve responder também pelo acontecido. Pois essa organização filantrópica enche os bolsos com recursos municipais e federais, isto é, nossos impostos. Bem observou o parlamentar Clóvis Júnior, como o gestor do município não tem poder de intervir nas ações do hospital, cabe a ele (ele Marcelino) dar uma explicação à população.

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