Ex-vereador Nonato Queiroz pode voltar a disputar o Palácio Poti Cavalcanti

Escrito por Manacy Henrique em 27 de outubro de 2018

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Ex-vereador Nonato Queiroz pode voltar a disputar o Palácio Poti Cavalcanti

A votação da candidata a deputada estadual Elaine Neves (PRP) em Maçaranduba e comunidades circunvizinhas reabriram novas veredas políticas para que o ex-vereador Raimundo Nonato Queiroz volte a disputar uma cadeira da Câmara Municipal de São Gonçalo do Amarante (RN).

Em Maçaranduba, por exemplo, Elaine foi a mais votada. Além de superar todos os seus concorrentes, multiplicou por nove a votação do seu suposto principal concorrente Ricardo Mota (PSB). Neves, 265; Mota, 36.

Nas urnas de Serrinha, Poço Pedra e Olho D’água do Chapéu, além de Elaine, a candidata a deputada federal Karla Verusca (AVANTE), apoiada por Nonato, também foi bem votada. Esses resultados eleitorais garantem ao ex-vice-prefeito de São Gonçalo recomeçar com segurança o seu projeto político rumo às eleições de 2020.

O pai de Arthur Queiroz, este companheiro e desbravador das novas conquistas eleitorais da família, tem uma marca, como legislador são-gonçalense, difícil de ser batida ainda nesta década. No seu último mandato aprovou mais projetos que a maioria dos colegas juntos.

Portanto, após o pleito do segundo turno, já no comando de um partido importante no Estado, Nonato está determinado a dar os primeiros passos em direção ao seu projeto político e partidário. Para isso, vai ouvir a opinião dos amigos e de membros da família, Jean Queiroz, por exemplo.

Em São Gonçalo, Macarrão é pré-candidato a prefeito em 2020

Escrito por Manacy Henrique em 26 de outubro de 2018

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Em São Gonçalo, Macarrão é pré-candidato a prefeito em 2020

O vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de São Gonçalo do Amarante/RN, Kleiber Barbosa, conhecido no meio como Macarrão, é empresário no mercado são-gonçalense de padarias gourmet. Está decidido atravessar a rua do ramo de panificação para o a da política partidária.

E foram nos momentos de consumo dos seus fregueses e amigos do café da manhã, do lanche, dos sanduíches e das sopas à noite que o empresário ficou convencido de ser pré-candidato a prefeito de São Gonçalo do Amarante em 2020.

Pelo lado empresarial, abrir as portas da CDL do município foi um dos seus passos mais importantes em direção a política. Logo que o ex-prefeito Jaime Calado elegeu-se, Kleiber foi o cabra marcado por Calado para essa missão.

À época, foi eleito presidente por aclamação do órgão. Em março de 2018, passou o bastão da presidência para Elias Macedo e num gesto de humildade concordou em ser o seu vice-presidente para o Biênio 2018-2019.

Pois bem, ao encontrá-lo na contramão da via eleitoral da campanha de governador, pois o mesmo está apoiando Carlos Eduardo e não Fátima Bezerra, candidata do prefeito Paulinho Emídio e Jaime, ele me confessou que vai disputar as eleições de 2020 seja cotra Paulinho, seja contra Jaime candidato.

“Manacy, sou candidato a prefeito em 2020. Fui amigo mais fiel do grupo e nunca fui prestigiado. Durante dez anos nunca me compraram um pão”, desabafou Seu Kleiber Barbosa. Além de Macarrão, Jaime Calado e Chanxe Dantas estão na fila das pré-candidaturas a prefeito do grupo político de Paulinho Emídio.

Terceirização da Câmara de São Gonçalo não leva em conta a qualificação profissional

Escrito por Manacy Henrique em 25 de outubro de 2018

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Terceirização da Câmara de São Gonçalo não leva em conta a qualificação profissional

Cargos comissionados: pessoas competentes, melhores resultados.

Quem andou usando o palanque do Facebook para destilar sua vaidade profissional sobre o feito da implantação dos serviços terceirizados na Câmara Municipal de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN, por descargo de consciência, está obrigado a rever o seu conceito sobre Gestão Pública e Administração Pública.

Ou então me ataque novamente e que seja com as diferenças que há na literatura entre as duas gestões. Porque prestar continência para o desfecho das demissões dos servidores comissionados são-gonçalenses, com todo respeito, isso não foi um gesto a favor das práticas novas no serviço público.

Quando afirmo que as marcas políticas e administrativas do ex-presidente da Casa de Leis Geraldo Veríssimo de Oliveira são melhores que as do atual presidente, eu tenho como provar. Enquanto o presidente Mendes chefiou uma equipe que nivelou os profissionais pelo salário mínimo, Veríssimo, através de um projeto de lei, valorizou o salário via a capacidade profissional de cada servidor, inclusive, dos efetivos.

Até a sugestão do vereador Clóvis Júnior, ninguém fez serão para encontrar uma solução para problema, ou seja, equipe nenhuma passou noites e noites em claro quebrando a cabeça. Jairo Cavalcanti, pregoeiro da Casa, após apresentada a proposta, sugeriu usar o contrato em vigência entre a terceirizada ASPEC e a Prefeitura Municipal de Tangará/RN.

Enfim, a sugestão foi aceita. Para isso, a última palavra foi do prefeito da cidade de Tangará, Nadir Baú da Silva, que, sem mais delongas, assinou o contrato. Isto é o que chamamos no serviço público pulo do gato administrativo. Que sirva de exemplo para quem dá ouvidos a contador de bravatas.

Enquanto ficarmos na prática da antropofagia política, está tudo bem

Escrito por Manacy Henrique em 24 de outubro de 2018

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Enquanto ficarmos na prática da antropofagia política, está tudo bem

A insatisfação eleitoral e sucessivos erros de avaliação dão espaço para que o nosso grupo partidário pratique antropofagia política. Entre os nossos índios, era para comer carne dos inimigos. Entre nós, o ritual não é feito para comer a carne dos adversários, mas para comer as dos próprios aliados.

E pelo andar da carruagem, não descarto a possibilidade de me tornar, amanhã ou depois, eu mesmo alimento para um colega. Pelo menos o desafio já foi feito. E você do grupo, liderança, corre o mesmo risco.

Graças à patronagem, essa cultura passou de pai para filho. Em São Gonçalo do Amarante, algumas tribos, quer dizer, algumas famílias tentam perpetuarem-se no poder pelos porões.

Não faz muito tempo que foi descoberto um túnel escavado da Câmara Municipal de São Gonçalo do Amarante até a Prefeitura de Natal/RN. Os instrumentos de escavação eram atrasados: populismo, fisiologismo e clientelismo.

Quem prestou atenção, com os ouvidos, às lamentações e acusações indiretas do vereador Chanxe Dantas na última sessão ordinária, certamente, pode compreender que aquelas tribos são também praticante do canibalismo político nas terras de Dona Lola.

É assim que caminha o nosso grupo político e assim sempre será. O exemplo que vai continuar nessa toada é o apoio dado ao candidato de Poti Neto no segundo turno. Mas sabem por que isso acontece e não há uma reação dos caciques, porque estamos em cima de uma eleição para prefeito, Cleidvan Tavares e Cláudia Varela.

Portanto, nós do tamanho e de peso político igual a um coelho temos que ter cuidado quando formos convidados para esses rituais. Não se deixe surpreender, pois o próximo a ser comido pode ser você, Rafael Melo.

Vereador são-gonçalense Geraldo Veríssimo pode ter um vice-governador pra chamar de seu, e Raimundo Mendes?

Escrito por Manacy Henrique em 22 de outubro de 2018

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Vereador são-gonçalense Geraldo Veríssimo pode ter um vice-governador pra chamar de seu, e Raimundo Mendes?

No primeiro turno desta eleição, potidariamente, Raimundo Alves Mendes deu um chega prá lá no vice-presidente do Partido da Mulher Brasileira (PMB), Jaime Calado Pereira dos Santos, que ele saiu catando cavaco sobre o tabuleiro de xadrez. Mesmo assim, Raimundo Mendes Ficou vulnerável todo tempo da partida, porque seu movimento foi com o peão Robinson Faria.

No segundo turno, novamente disse não a Calado com o peão Carlos Eduardo. Além disso, ignorou a jogada do prefeito Paulinho Emídio para o lado do tabuleiro político são-gonçalense de apoio a petista Fátima Bezerra, candidata à governadora do Rio Grande do Norte.

Política é um jogo mais complicado que o de xadrez. No xadrez, estatisticamente, está comprovado que, às vezes, leva vantagem quem fizer o primeiro movimento com as peças brancas. Por outro lado, no jogo partidário, toda vantagem é passível de superação.

Em jogos rápidos, porém, entre enxadristas amadores a vantagem das brancas, em relação às pretas, cai um pouco. Posso citar como exemplo de jogos rápidos as duas eleições de Mendes para presidência da Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN.

Márcia Soares, Pablo Rodrigo, Thiago Soares e Jaílson Tavares foram os amadores da segunda partida. Contudo, a peça que decidiu os jogos em favor do presidente foi a Rainha, é a peça mais poderosa do xadrez, leia-se: Jaime Calado.

E foi para livrar Mendes de uma derrota fragorosa que o ex-prefeito encurralou o rei Geraldo Veríssimo e o peão Edmilson Gomes. Esse foi um xeque-mate em três movimentos. E só foi possível porque o adversário, Chanxe Dantas, do Galeguinho estava jogando bem mal.

Quando Veríssimo chegou ao final disputa da presidência, por motivos óbvios, o jogo deixou de ser de amadores e ele (o homem de confiança de Calado) passou a jogar com as peças pretas. O jogo para ele obrigatoriamente tinha que ser em ritmo lento.

Pelos últimos resultados das pesquisas eleitorais, tudo leva a crer que Geraldo vai aumentar a sua vantagem em relação ao procurador do município aposentado. Hoje, as marcas políticas, partidárias e administrativas do ex-presidente são mais e melhores que as do seu irmão de fogueira política.

Portanto, confirmada as pesquisas, Veríssimo sairá desta eleição com um vice pra chamar de seu e vai esperar passar a Era Valban para coroar o seu gesto de fidelidade a Jaime e a Paulinho. Já o destino político de Mendes é incerto, inclusive, partidariamente. Deve sair desta eleição moralmente com as mãos abanando.

Terceirizada e redução de salários são a solução apontada por Clóvis Júnior para a recontratação dos funcionários comissionados da Câmara de São Gonçalo

Escrito por Manacy Henrique em 21 de outubro de 2018

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Terceirizada e redução de salários são a solução apontada por Clóvis Júnior para a recontratação dos funcionários comissionados da Câmara de São Gonçalo

Após quebra de acordo por parte do presidente da Câmara Municipal de São Gonçalo do Amarante/RN, Raimundo Mendes Alves, que se deu com a anulação de seis portarias e todas de cargos comissionados da presidência, o advogado e vereador Clóvis Júnior apresentou uma solução para as recontratações.

No total, foram demitidos aproximadamente 130 funcionários comissionados. No consenso entre a Mesa Diretora e os parlamentares, não entraram no corte 20 servidores que atuam nos gabinetes e 10 nas funções administrativas da Casa de Leis.

Porém, a notícia que mobilizou mais uma reunião acalorada e fora da agenda dos parlamentares foi a de que a presidência tinha fechado uma compra de 17 computadores e estava sendo licitada outra para imóveis.

No encontro informal, era de conhecimento dos participantes que existia em caixa da Casa dos Bons Homens um valor próximo de R$ 400 mil e que o mesmo poderia ser usado para compra, contratação de serviços, devolvido ou para readmissão. Chanxe Dantas foi contra a compra de bens e reformas e reforçou a sugestão do colega para a contratação de uma terceirizada.

Na construção da pauta, para ser apresentada já na segunda-feira (22) numa reunião maior no gabinete da presidência, todos fecharam questão na redução de salário principalmente o de R$ 3,5 mil. Será reduzido, no mínimo, em 50%. Em janeiro, haverá uma nova discussão dos valores salariais.

Essa saída, por exemplo, foi inspirada na Câmara de Vereadores de Natal/RN. Pois a maioria das Casas do Estado tem como praxe essa prática. Deveria o presidente explicar para a população porque nos seus três anos anteriores de mandato não tomou essa decisão, já que é um dos signatários da polêmica associação da Câmara são-gonçalense a FECAM/RN. À época, o custo mental era de R$ 1,2 mil.

Enfim, nesta situação de vai ou racha o presidente não terá outra saída. Pois o próprio Clóvis e alguns dos seus alguns companheiros tem energia guardada para irem mais longe, quer dizer, esticar a corda dessa gestão até o limite. Se exigir esforço máximo, certamente, as mãos da gestão não aguentarão.

Na hora da onça beber água, ex-presidente Geraldo chega junto

Escrito por Manacy Henrique em 19 de outubro de 2018

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Na hora da onça beber água, ex-presidente Geraldo chega junto

Indulgência, para o político, é como na teologia católica, é o perdão ao correligionário dos equívocos cometidos, mas já perdoado como também previsto em um dos sete sacramentos da política.

Na reunião realizada no Clube do Auto Esporte, no Centro, em São Gonçalo do Amarante, ontem, quita-feira (18), o ex-presidente da Casa dos Bons Homens Geraldo Veríssimo de Oliveira fechou com o grupo político, liderado pelo prefeito Paulinho Emídio e Jaime Calado, pelos menos até 2025.

Em seu discurso, Veríssimo disse a Paulinho: “(…) Não votei em você, mas você pode contar comigo para hoje, para manhã, para depois, para 2020, 2022, 2024, 2025! Bote tempo nisso, que eu sou dessa forma (…)”.

Isso é uma prova que ele, diferentemente dos católicos, não precisou pagar pela sua indulgência. Foi salvo pelo ex-prefeito Jaime Calado das trevas da oposição pelos estirados anos de fidelidade aos projetos do marido da senadora eleita pelo Rio Grande do Norte Zenaide Maia.

De microfone em riste, sem prepotência, sem agressividade e com humildade bradou: “O palanque de 2020 é este aqui!”. Com todas as venais, permita-me meu caro leitor dizer, há três tipos de liderança nesta cidade: a liderança que topa tudo por emprego, a liderança que topa tudo por dinheiro e a que topa tudo por gratidão.

Por motivos óbvios, do nosso lado está cheio dessas lideranças. Apesar de esse substantivo não sair da nossa boca facilmente, são poucos que sabem definir o seu gosto. E exercer de maneira correta a função é outra história que não vale a pena contar.

Portanto, neste momento eleitoral, politicamente para o grupo que tenta eleger Fátima Bezerra governadora e Haddad presidente, Geraldo, Rayure, Márcia, Valda, Adelson, Chanxe e Nino são melhores que Pablo, que Thiago, que Edmilson, que Mendes, que Gerson, Clóvis e Valban.

Em dezembro, os gabinetes dos vereadores são-gonçalenses podem ficar sem atender a população

Escrito .por Manacy Henrique em 16 de outubro de 2018

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Em dezembro, os gabinetes dos vereadores são-gonçalenses podem ficar sem atender a população

Repasse da Câmara Municipal mensal é de aproximadamente R$ 700 mil

A solidariedade dirigida aos pais de família via nota de esclarecimento pelo presidente da Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN, Raimundo Mendes Alves, pelas demissões dos funcionários comissionados não fecha o balanço político da gestão e muito menos tem a concordância de como foi feita dos seus colegas.

O ajuste fiscal promovido pelo atual presidente é, tentemos esclarecer, um conjunto de medidas que visa promover o equilíbrio econômico do órgão. Além de buscar a racionalidade dos gastos contábeis, tem que estar alinhado com planejamento, transparência e racionalização das despesas.

Geralmente, o ajuste tem como objetivo principal ampliar as despesas visando à formação de um caixa. Quando acertada, especialmente, no caso da Casa dos Bons Homens, o saldo é devolvido para os cofres da prefeitura.

Entretanto, certamente, em função do período eleitoral, foi criado um descompasso entre receitas e despesas. E aí só foi parado graças ao para-choque da Lei de Responsabilidade Fiscal. Para solucionar o problema, a opção é mandam os cargos comissionados para a câmara de gás contábil.

Com bem esclarece a nota oficial, a questão foi debatida. Mas o único parlamentar a concordar com a decisão foi Edmilson Gomes. Os demais lutaram arduamente para encontrar uma solução que atendesse aos interesses públicos e aos dos pais de família. Infelizmente, Inês é morta.

Um dos vereadores que levantaram a mão para defender a causa dos funcionários foi o advogado Clóvis Júnior. “Se o presidente abrisse mão das consultorias, entre estas, a do RH, por exemplo, onde o custo mensal é de R$ 8 mil e demitisse alguns assessores que ganham próximo ou mais de R$ 7 mil. Daria para garantir o emprego de boa parte dos servidores comissionados.”

O edis tentaram de todas as formas empurrar as demissões para o mês de novembro, como de costume. Não obtiveram êxito. Tudo indica que, na sessão desta terça-feira (16), deve ficar acordado o seguinte: chefe de gabinete vai continuar mais um mês. Em novembro, ou será substituído por um assessor de salário mínimo ou o gabinete ficará sem atendimento ao público.

Para quantos são divididos os 451 votos de Poço de Pedra da base governista?

Escrito por Manacy Henrique em 13 de outubro de 2018

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Para quantos são divididos os 451 votos de Poço de Pedra da base governista?

Em Poço de Pedra, dos votos válidos, Terezinha Maia teve 451. É razoável dizer que a vereadora Rayure Protásio convenceu 101 eleitores a votar na sua candidata e que igualmente fez o seu colega Nino. Por outro lado, é sensato também afirmar que as lideranças da base governista foram responsáveis por mais 148 dados a candidata do sistema.

Considerando os votos dos apoiadores, Miriam deu 8, Bá 35, Geovane 35, Calafange 25, Chapão 6, Brasiliano 17, Lili 8, Edivaldo 6 e Alzenira 8. Os 101 restantes caíram nas urnas motivados pelo prestígio do prefeito Paulinho Emídio e do ex-prefeito Jaime Calado.

Um possível erro de cálculo, depois de corrigido, com certeza não vai alterar o resultado final dos correligionários do prefeito. Sabe por quê? Porque não levei em conta 69 de Edson Valban e 77 de Enilton Silva obtidos nas eleições para prefeito de 2014.

Sem a soma dos dois líderes maiores e dos forasteiros, pois um é de Serrinha e outro de Barro Duro, a média é de 35 votos por liderança. Entenda-se também por liderança Rayure e Nino.

Na avaliação de alguns analistas, polarização com o grupo que apoio à candidatura de Mada Maia Calado fez cair à média. O pilotão petista, formado por aproximadamente 10 soldados, que foi comandado pelo suplente Galego de Venilza, deu 118 votos para a filha de Jaime.

Para Daniel Sales, liderança de Rayure, o trabalho foi feito e a votação, devido à circunstância do dia, foi a esperada. Uma das queixas de Sales foi que apenas 1.300 ou um pouco mais votaram. 400 aproximadamente deixaram de exercer o seu direito. Lembrando que os 350 votos foram divididos por 10.

No salto eleitoral do trampolim da Presidência da Casa dos Bons Homens Geraldo foi sempre melhor que Mendes

Escrito por Manacy Henrique em 12 de outubro de 2018

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No salto eleitoral do trampolim da Presidência da Casa dos Bons Homens Geraldo foi sempre melhor que Mendes

Desde que saiu do poder, depois de dois mandatos consecutivos a frente da Presidência da Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN, o ex-presidente Geraldo Veríssimo de Oliveira não teve ainda as suas marcas batidas pelo seu sucessor Raimundo Mendes Alves.

Como, por exemplo, abertura de processos de comunicação com a comunidade, investimento em tecnologia e transparência, menos burocracia, reforma, ampliação e mobília da Casa, valorização dos servidores, concurso público e mais espaço e voz para os segmentos organizados da sociedade, ou seja, mais interação entre a Casa Legislativa e o cidadão.

No quesito relacionamento, segundo alguns funcionários comissionados e efetivos, Mendes foi um comandante indiferente, frio e calculista. Não fez nada que pudesse conquistar pelo menos um dos votos do segmento.

Haja vista que apenas 2.017 são-gonçalenses o escolheram para deputado estadual. Enquanto 3.112 conterrâneos de Veríssimo disseram sim ao seu projeto de deputado estadual. É, pelo visto Mendes será esquecido por várias gerações.

Outra pecha que ficará pendura no pescoço político do presidente é a de ter antecipado a demissão de 133 servidores comissionados. Inclusive aqueles que sacrificaram as suas famílias para se dedicarem a sua campanha.

Diante do exposto, alguém tem coragem de duvidar que as marcas de Geraldo Veríssimo de Oliveira são imbatíveis considerando que o oponente seja Mendes? Ora, não levei em conta o comportamento político de Mendes nesta campanha comparado ao do ex-presidente com o prefeito Paulinho e Jaime Calado.