Suplentes petecistas são-gonçalenses desautorizam Marconi Santos a falar por eles

Escrito por Manacy Henrique em 30 de outubro de

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Suplentes petecistas são-gonçalenses desautorizam Marconi Santos a falar por eles

Altoconfiança é uma bebida que também causa resseca etílica e afeta o prestígio político de qualquer um

A insubordinação contra o comando de Marconi Santos, no núcleo do poder do Partido Trabalhista Cristão (PTC), surgiu do lado das trincheiras que abrigam os suplentes de 500 a 550 votos. Santos, como na última ceia, convidou para um almoço o mesmo número dos apóstolos convidados por Jesus, ou seja, 12.

No episódio bíblico, a traição a Jesus estava nos planos de Deus, mas a desse encontro não estava nos planos, por exemplo, de Enilton Silva. Diferente de Jesus, o professor Francisco Feitosa não sabia que seria traído.

Ainda no raciocínio das passagens bíblicas, não foram apenas 30 moedas de prata dadas em troca pela traição. Apesar não ter havido o beijo na face, o combinado previa 130 moedas. Destas, supostamente 70 chegaram às mãos do cristão são-gonçalense. Renato Fernandes, que disputou uma vaga de federal, ficou conhecido pelos amigos como Herodes.

O que comprometera a confiança do dirigente foi ele ter apresentado um grupo de suplentes ao candidato e, depois da cotação subir no mercado eleitoral, trocá-lo por um punhado de oito amigos. Da trincheira dos 500 votos, ele desceu para a dos 200. Trocando em miúdo, o salineiro “comprou” gato por lebre.

Fui autorizado por Enilton e mais seis dos seus colegas a tornar pública a revolta de ambos contra essa manobra do seu presidente. Entre esses não tem uma Salomé, todavia, todos têm prestígio junto ao rei tal qual a dançarina.

Enfim, se vão pedir a cabeça do correligionário, eu não posso garantir. Porém, o que posso afirmar é que o Partido Trabalhista Cristão (PTC) vai ficar sem cabeça, tronco e membros. Para isso, basta esperar o próximo janeiro dos festejos do santo padroeiro Gonçalo do Amarante.

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