Terceirização da Câmara de São Gonçalo não leva em conta a qualificação profissional

Escrito por Manacy Henrique em 25 de outubro de 2018

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Terceirização da Câmara de São Gonçalo não leva em conta a qualificação profissional

Cargos comissionados: pessoas competentes, melhores resultados.

Quem andou usando o palanque do Facebook para destilar sua vaidade profissional sobre o feito da implantação dos serviços terceirizados na Câmara Municipal de Vereadores de São Gonçalo do Amarante/RN, por descargo de consciência, está obrigado a rever o seu conceito sobre Gestão Pública e Administração Pública.

Ou então me ataque novamente e que seja com as diferenças que há na literatura entre as duas gestões. Porque prestar continência para o desfecho das demissões dos servidores comissionados são-gonçalenses, com todo respeito, isso não foi um gesto a favor das práticas novas no serviço público.

Quando afirmo que as marcas políticas e administrativas do ex-presidente da Casa de Leis Geraldo Veríssimo de Oliveira são melhores que as do atual presidente, eu tenho como provar. Enquanto o presidente Mendes chefiou uma equipe que nivelou os profissionais pelo salário mínimo, Veríssimo, através de um projeto de lei, valorizou o salário via a capacidade profissional de cada servidor, inclusive, dos efetivos.

Até a sugestão do vereador Clóvis Júnior, ninguém fez serão para encontrar uma solução para problema, ou seja, equipe nenhuma passou noites e noites em claro quebrando a cabeça. Jairo Cavalcanti, pregoeiro da Casa, após apresentada a proposta, sugeriu usar o contrato em vigência entre a terceirizada ASPEC e a Prefeitura Municipal de Tangará/RN.

Enfim, a sugestão foi aceita. Para isso, a última palavra foi do prefeito da cidade de Tangará, Nadir Baú da Silva, que, sem mais delongas, assinou o contrato. Isto é o que chamamos no serviço público pulo do gato administrativo. Que sirva de exemplo para quem dá ouvidos a contador de bravatas.

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