‘Valbanzinho’: um passo para trás, dezesseis para frente

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Por decisão monocrática, o presidente da Câmara de São Gonçalo do Amarante (RN), Edson Valban, já tinha fixado o valor dos três cargos de indicação livre de gabinete em R$ 3.750, R$ 3.500 e R$ 1.100.

Com isso, cada gabinete de vereador dispõe de uma verba no valor R$ 8.350 para o pagamento mensal pela mão de obra, incluído um chefe de gabinete.

Na gestão do seu antecessor, esse valor, para alguns dobrava. Na de Valban, sem distinção de cor e raça, por exemplo, ele resolveu estabelecer isonomia para todos.

Mas o corte no orçamento de despesas com pessoal provocou uma reunião no dia de ontem, sexta-feira (4). Depois de um chá de cadeira servido sem adoçante e sem açúcar, o baixo clero conseguiu ser ouvido.

Certa vez, escrevi que o presidente era duro de verdade. Pois bem, nem com chave de roda é possível afrouxar seu coração. Ontem, dezesseis colegas tentaram girar a chave e o que conseguiram foi dá uma volta num parafuso.

E o esforço valeu à pena, pois cada um saiu do encontro com a promessa do cargo R$ 1.100 passar para R$ 1.950. Pasmem, ainda vão ter direito a indicar um servidor comissionado para a estrutura da Casa de Leis.

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