Vou ali ao Beco da Baiuca, tomar as suas dores

Escrito por Manacy Henrique em 9 de setembro de 2018

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Vou ali ao Beco da Baiuca, tomar as suas dores

No dia ontem, no Beco da Baiuca, em Serrinha de Cima, Zona Rural de São Gonçalo do Amarante/RN, na companhia do meu amigo Diego Pereira, fui apresentado a um cara incrivelmente extrovertido, inteligente e consciente do seu papel no meio em que vive.

Por iniciativa própria, às vezes, age como um agente social na comunidade em que mora, ou seja, sem laços com o Poder Executivo e Legislativo, representa os interesses do governo e da sociedade.

Na comunidade, atua em várias frentes, inclusive no esporte e no jornalismo. É o craque do time de futsal As Vingadoras. Além de política social, na partidária é o mestre de bateria. Promover eventos para ajudar as pessoas é uma das suas cartadas pessoais.

Quem já ouviu a frase: “Quem não é visto, não é lembrado”? Pois bem, senhores, o caso do Beco da Baiuca, com todo respeito aos nossos políticos, é de dá dó.

Ao contrário desse provérbio português, lá é visto, mas não é lembrado. Todo o inverno, justiça seja feita, jogam na ruela carradas e mais carradas de pontas de pedra marruada. Mas a súplica dos moradores é pelo empedramento.

Mesmo ignorado por todo esse tempo, o Beco da Baiuca, é o aconchego de pessoas felizes, honestas e trabalhadoras. Na Serra, o estreito é o berço da família Nascimento. Dos pais, dos irmãos, dos tios, dos primos e dos amigos de Luciano Nascimento.

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